top of page

                              Bio                                

Mari Zingaro

Vou me apresentar de uma maneira um pouco diferente, tudo bem? Começo te fazendo um convite. Gostaria que seguisse com sua leitura, apenas se você for  uma daquelas pessoas que está entendendo exatamente que estamos passando por um processo de transformação global e que, neste percurso, não existe nenhuma verdade absoluta, e nenhuma fórmula secreta que vai resolver suas questões num passe de mágica. Então, se você estiver nesta mesma órbita, vem comigo, eu vou adorar te acompanhar nesta incrível viagem que é mergulhar em si mesma.

Estamos em 2024 e, nos últimos quatro anos, estudei como uma louca, fiz mais de dez cursos e li, mais ou menos, uns 50 livros físicos, fora os PDFs das plataformas online, e sabem o que eu descobri? Que quanto mais a gente estuda, menos a gente acha que sabe. Frase antiga que contém uma enorme verdade. Sim, porque um conteúdo se linca a outro e dá vontade de aprender mais e mais. Isso não é ruim, eu mesma, acho isso maravilhoso, só que nos faz correr o risco de perdermos a crença naquilo tudo que nós já sabemos, nos faz desacreditar no que realmente somos boas. E aí, vem o perigo de nos contaminarmos com o Perfeccionismo, vocês conhecem esse senhor? Ele costuma se vestir com um terno escuro, está sempre muito alinhado e aparece todas as vezes que pretendemos realizar algo que irá nos colocar em evidência. Chega sorrateiro sussurrando coisas como: será que você está mesmo pronta? Talvez devesse ler mais aquele livro. Preste atenção, esse parágrafo ainda não ficou redondo. Suas roupas estão fora de moda, você precisa se repaginar.  Hum, vai se apresentar ao vivo com esses quilinhos a mais? E é nessa hora que a nossa autoestima fica minguada e aí encontramos outro elemento paralisante que é a Procrastinação. Ah, essa senhora eu garanto que vocês conhecem. Ela chega quase sempre depois do Perfeccionismo te dizendo para deixar para amanhã o que estava fazendo, anda sempre com uma caixinha cheia de justificativas tão convincentes, que você acredita mesmo que aquilo pode ser adiado. E, é bem provável que em seguida, apareça aquela sensação de extremo cansaço, de que você não sabe nada mesmo e que seria melhor fazer alguma outra coisa, também conhecida como Síndrome da Impostora.  Se você já passou por este ciclo, então falamos a mesma língua. Eu passei e ainda passo por isso também e, o que importa é aprender a identificar que essas sensações moram dentro da gente e que precisamos saber escutá-las, acolhê-las, cuidar delas para que espaços se abram permitindo a entrada do novo.                  

Vivemos numa época em que estamos sendo convocadas a praticar um olhar muito mais apurado sobre nós mesmas, talvez algumas áreas das suas vidas  já tenham deixado de ter o mesmo sentido, há um chamado interno para o desconhecido, para fazer mais, para contribuir na construção de algo que ainda não se definiu, mas, já despontou. E isso é simplesmente incrível.

IMG_E8672 - Copia.jpg

Quem não está, neste momento, questionando seu trabalho, estilo de vida, casamento, amizades? E está tudo bem, é só dar um tempo e entender que estamos na ponte, nem lá e ainda nem cá. E agora te faço outro convite: feche seus olhos e  imagine-se nessa extensa ponte, com muitas e muitas  pessoas , umas mais a frente, outras ao seu lado, outros bem atrás e perceba como você se sente agora.

Antes de visualizarmos esta imagem, tudo parece muito assustador, porque é inquietude pura, sensação de estar perdida, sem direção, dá muito medo, não é mesmo? E, a boa notícia é que, ao nos conscientizarmos de que estamos sobre a ponte, podemos sentir tudo isso com tranquilidade e ainda desenharmos exatamente o jeitinho como queremos chegar do outro lado. Fácil? Claro que não, só possível.

E é aí que eu entro pra te acompanhar  nesta jornada magnifica que tem por objetivos: apoiar o retorno a sua essência, reintegrar as partes que se perderam ou ficaram presas em algum lugar aí dentro, devolver o senso de segurança em si mesma e voltar a viver com potência na direção dos seus sonhos.

E agora chegou o momento de eu me apresentar: Sou Mari Zingaro, arte educadora, terapeuta corporal integrativa, especialista em psicologia positiva, professora de yoga restaurativa, focalizadora, educadora Master ESEPAS: educação sexual, emocional e prevenção ao abuso infantil, praticante budista, buscadora desde que me entendo e eterna aprendiz.  

E então, attraversiamo?

Missão

Minha missão de vida é apoiar pessoas a trilharem o caminho  de seguirem na direção da sua verdadeira essência.  Reconhecendo aquilo que as tornam únicas e capazes para viver com segurança, coragem e confiança em si mesmas.

Com a extensão universitária Master ESEPAS - Educação Sexual Emocional e Prevenção ao Abuso Sexual Infantil, essa missão ampliou-se no sentido de salvar crianças das mãos de abusadores, combater a pornografia e realizar atendimento terapêutico para pessoas adultas que sofreram abuso sexual na infância.

pexels-vlada-karpovich-6755866.webp
Sabedoria-milenar-crise-e-oportunidade-se-escrevem-com-os-mesmos-ideogramas-em-chines-tele

Propósito

Este é o ideograma da palavra crise em chinês que também quer dizer oportunidade. Crises são momentos mágicos e profundamente transformadores quando a proposta é mergulhar em nossos processos e mudarmos antigos padrões. Mas, nem sempre é fácil identificar e reconhecer nossos paradigmas para criarmos o tônus necessário que irá nos impulsionar a uma outra maneira de ver e de viver novos caminhos. Dependendo de nossos estados emocionais, mentais e espirituais, por vezes, nossas forças e competências enfraquecem e  ficam ocultas, e aí  já não reconhecemos mais nossos talentos, nem nossas habilidades.

Não é fácil nos conectarmos com o que verdadeiramente precisamos transformar. Quando nos damos conta, nossas defesas já estão tão cristalizadas que nem sabemos mais onde é o ponto inicial da dor e do que mesmo estamos nos defendendo. E a vida fica cinza, desmotivada e sem graça.

Até que, uma ou mais partes de nós, quase que involuntariamente, sinalizam não aguentarem mais, precisam mudar. Isto é o que eu chamo de crise. E quando alguém neste estado cruza o meu caminho, realizamos um trabalho para promover o encontro desta pessoa consigo mesma.

Com técnicas de terapia corporal, da utilização de ferramentas da Psicologia Positiva, da análise comportamental, da ciência do descanso, da Yoga Restaurativa , da Focalização e da Educação Sexual e Emocional, iremos fortalecer seus recursos, seus traços de caráter, te ajudando a descobrir  habilidades e  pontos fortes para que possa viver de maneira plena  o melhor que existe em você.

Tendo o acolhimento como base da minha ação terapêutica, incentivo as pessoas a praticarem a autocompaixão, chamado, por um dos meus mentores Jovino Camargo Junior,  de amistarse, aceitando todos os desafios apresentados na jornada, com gentileza e amorosidade e vamos construindo autonomia nas relações, pautada na flexibilização das defesas e na descoberta de um observador interno que se prepara para reger a orquestra de sua própria vida.

Relacionar-se consigo mesmo requer cuidado, carinho, aceitação e muito respeito e é este o meu propósito, apoiar pessoas a chegarem a este fascinante encontro.

©2023 by Mari Zingaro. Proudly created with Wix.com

bottom of page